Perguntas frequentes

1. Que número devo ligar numa situação de emergência?

R: Em qualquer situação de emergência, seja um incêndio, um acidente, uma doença súbita ou um assalto, deve ligar sempre 112.

IMPORTANTE: Nunca ligar 112 em situações não emergentes pois estará a ocupar uma linha e recursos que podem estar a fazer falta em situações realmente urgentes.

2. Quando ligo 112 e me é enviada uma ambulância, há algum encargo relacionado?

R: Não. Quer o número 112, quer as ambulâncias enviadas numa situação de emergência, não apresentam qualquer encargo relacionado.

3. Quando ligo 112, quem decide se é uma situação urgente ou emergente e envia a ambulância?

R: Quando liga 112 a chamada é atendida, em Portugal Continental, num dos dois centros de coordenação operacional do país COsul e COnor. Tratando-se de uma situação de emergência médica, a chamada é transferida para o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), um serviço do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). É ao CODU que compete o atendimento e triagem das chamadas telefónicas, assim como o acionamento de ambulâncias, viaturas médicas e outros meios de emergência médica.

4. Se for uma situação de emergência, preciso de ser sócio do Corpo de Bombeiros?

R: Não. Em todas as situações de emergência deverá ligar 112 e os meios necessários serão sempre acionados.

5. Se o INEM classificar a minha situação como não urgente e não enviar ambulância, posso recorrer diretamente ao Corpo de Bombeiros?

R: Pode. No entanto, o Corpo de Bombeiros do Concelho de Espinho apenas dispõe de transporte de doentes não urgentes programado e apenas para associados, pelo que esse serviço terá que ser agendado com uma antecedência mínima de 48 horas.

6. Se pretender uma ambulância para um transporte não urgente, por exemplo para consulta ou tratamento, como devo proceder?

R: Idealmente, deverá agendar assim que tem conhecimento da consulta ou tratamento, ou com a antecedência mínima de 48 horas antes. O pedido de marcação pode ser feito da seguinte forma:
• Telefonicamente das 09h30 às 12h30 e das 14h30 às 18h30 para o número 227 343 368;
• Através de formulário no nosso site em www.bvconcelhoespinho.com no separador contactos;
• Presencialmente na secretaria das 09h30 às 12h30 e das 14h30 às 18h30 (frente ao largo da Igreja Matriz de Espinho.

7. Porque é que o transporte de doentes não urgentes tem que ser um serviço previamente agendado?

R: Por dois motivos:
• Porque as equipas de emergência não podem ser alocadas a serviços não emergentes pois têm de estar disponíveis para o acionamento do CODU/INEM e responder de imediato a situações graves. Só em 2018, até novembro, já responderam 2.659 emergências;
• Porque as equipas de transporte de doentes não urgentes, efetuam mais de 100 transportes diários e a agenda tem que ser programada de forma a conseguirmos responder de forma organizada a todos os utentes. Só em 2018, até novembro, foram efetuados 27.602 transportes, uma média de mais de 100 transportes por dia

Por isso, não sendo uma situação urgente/emergente, o serviço terá que ser agendado até 48 horas antes.

8. Que tipo de serviços de transporte de doentes não urgentes posso requisitar diretamente ao Corpo de Bombeiros?

R: Transporte para tratamentos ou consultas cuja condição clínica ou de mobilidade reduzida da pessoa implique o transporte em cadeira de rodas ou maca.

IMPORTANTE: Estes serviços são realizados exclusivamente por via do Serviço Nacional de Saúde através de emissão de uma credencial de transporte ou exclusivamente aos nossos associados.

9. Se pretender regressar a casa depois de ter alta hospitalar, posso solicitar o Corpo de Bombeiros?

R: Pode desde que a condição clínica ou de mobilidade reduzida da pessoal implique o transporte em cadeira de rodas ou maca.

IMPORTANTE: Estes serviços são realizados exclusivamente por via do Serviço Nacional de Saúde através da emissão de credencial de transporte ou exclusivamente aos nossos associados.

10. Se eu for sócio, quem é que além de mim tem direito a usufruir dos serviços?

R: Pais, conjugue filhos menores e sogros desde que vivam com o associado.